Blog oficial do Centro Cultural Nhô-Quim Drummond - Casarão

Blog oficial do Centro Cultural Nhô-Quim Drummond - Casarão - Praça Tiradentes - Sete Lagoas/MG. Informações: (31) 3772-3878

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terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Aulão de capoeira será sábado

A tradicional aula de capoeira do último sábado de cada mês estreia as atividades de 2011 no próximo dia 29, reunindo cerca de 100 capoeiristas de sete academias da cidade e de Cachoeira da Prata, Baldim, Jequitibá, Funilândia e Santana de Pirapama. O encontro será a partir das 9 horas no Centro Cultural Casarão, em frente a praça Tiradentes.

A reunião contará ainda com a exibição do documentário que resgata a memória da capoeira na região ao lado de exposição de fotografias. Para este ano, o organizador e contramestre das aulas de capoeira do projeto Africanidades, Paulo Godoy, pretende levar mais informação sobre o esporte-arte com literatura e vídeos, além de uma feira de artigos como berimbaus.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Quinta na Praça

Mercês Bertoldo e banda Encanto Negro agitam anfiteato do Casarão
Público prestigia show da banda Encanto Negro
Mestre Saúva e Mercês Bertoldo resgatam raízes afro pela música

Quinta na Praça - raízes

Guarda do Congo do Casarão celebra 2ª Semana da Consciência Negra de Sete Lagoas
Público aproveita Quinta na Praça no anfiteatro do Casarão
Fotos: Quim Drummond

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Quinta na Praça traz cultura afro dia 25

O projeto Arte Quinta na Praça festeja, com música e resgate das raízes afro, os 143 anos de Sete Lagoas e a segunda Semana da Consciência Negra de Sete Lagoas. No próximo dia 25, a partir das 18 horas, o show da banda Encanto Negro traz os talentos de Mercês Bertoldo, mestre Saúva e Aílton de Castro, em sintonia com os passos e cores dos alunos do projeto Africanidades. Nesta edição especial, as comemorações serão dentro do Centro Cultural Casarão, na tenda coberta denominada “praça da Sapucaia”. A entrada é gratuita.

No dia do aniversário da cidade (24), a praça da feirinha, na orla da Lagoa Paulino, o prefeito Mário Márcio Maroca e os setelagoanos recebem o Papai Noel às 19 horas. Em seguida, a banda União dos Artistas e o Coral Santa Cecília prometem animar o público participante. A programação dos 143 anos de Sete Lagoas pode ser acessada pelo site www.setelagoas.mg.gov.br.

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Projeto Africanidades no Casarão

Passos para valorizar a cultura de todos nós
Oito adolescentes e um professor-coreógrafo especialista em dança afro dão o primeiro passo para que o projeto Africanidades seja realidade. Idealizado pela Secretaria de Cultura e Comunicação Social, ele teve início no mês de junho e as expectativas são muito positivas. As aulas acontecem todas as terças e quintas, de 18h às 19h, no Centro Cultural Nhô Quim Drummond - Casarão, gratuitamente para adolescentes. “Temos o objetivo de montar um grupo de dança mesmo, não são oficinas, mas aulas para preparar e aperfeiçoar as alunas”, explica o secretário de Cultura e Comunicação Social, Fredy Antoniazzi, sobre a proposta do projeto. Ainda de acordo com o secretário, a ideia é valorizar, por meio desse trabalho, a cultura afro. “Mais especificamente a capoeira, o moçambique e o congado”, complementa Antoniazzi.

O aperfeiçoamento da técnica, o comprometimento das alunas com o trabalho e o reconhecimento da população são ações que, combinadas, podem proporcionar chances para Sete Lagoas se projetar na cena cultural mineira e até mesmo nacional. “Vamos nos esforçar para a formação desse grupo, para que ele cresça e apareça em festivais e apresentações aqui e fora de Sete Lagoas”, afirma o professor e coreógrafo Marcos Miranda, que estuda e trabalha há 20 anos com a expressão corporal com base na cultura afro-brasileira e primitiva.

E o trabalho, com esse propósito, não é fácil. De acordo com Marcos, as referências para esse projeto são muito discrepantes de tudo que as alunas gostam, do que é culturalmente aceitável. “É outro estilo de dança, muito diferente de tudo que toca nas rádios, na televisão”, conta o coreógrafo. Por outro lado, as expectativas são as melhores, porque, segundo Marcos Miranda, é um trabalho de pesquisa e de quebra de paradigmas muito grande. “Nos ensaios as alunas fazem um trabalho corporal de quebra da erotização da dança, busco despertar nelas o interesse pelo folclore, pela história da cultura delas, é uma busca pelo resgate da tradição”, conta o coreógrafo.

O projeto Africanidades prevê ainda a expansão para a comunidade da Estiva, com aulas gratuitas de capoeira e dança para os moradores.